domingo, 18 de dezembro de 2011

Somos todos imortais

Com os avanços e novos conhecimentos da física é muito provável que você já tenha lido ou ouvido falar a respeito do tempo de vida das estrelas. Para que se tenha idéia do infinito que rege o espaço-tempo e da interdimensionalidade entre os fatos, saiba que:
- A luz viaja a uma velocidade de 300.000 Km/seg.
- A luz de algumas estrelas já extintas torna-se visível para nós somente neste momento. Aqui fala-se de distâncias incalculáveis e de um algo/luz que nos afeta em nosso agora, mesmo não existindo mais, pelo menos no aspecto físico.
Estes exemplos nos oferecem uma pequena idéia de quanto o tempo e o espaço se misturam na interdimensionalidade. Podemos ver, sentir e termos percepções sobre coisas que fisicamente não mais existem.

Muitas das luzes que as estrelas emanam para o planeta Terra podem ser adventos físicos de algo que já não mais existe em seu lugar de origem, porém a sua irradiação/vida continua chegando até nós. Neste sentido, podemos pensar que se a luz de uma estrela que já "faleceu" encontra-se presente neste tempo e neste espaço que habitamos, eis que para nós desta atualidade terrena a estrela luz que observamos está viva. E este fenômeno ocorre mesmo que em outro tempo/dimensão ela já não exista mais.
Partindo deste pressuposto poderemos pensar que um tempo/"coisa" (no caso a estrela) que teórica e matematicamente não mais existe em determinado lugar, tem as dimensões de sua existência/vida estendidas vividamente pelo universo.

Voltando para a situação "tempo e espaço", pensando novamente na vida das estrelas e relacionando-a com alguns aspectos sobre as novas teorias da física, poderemos repensar também sobre como temos concebido a questão das nossas mortes.
Se abrirmos as nossas mentes para um novo modo de pensar as nossas existências, com certeza estaremos nos expandindo para entrar em contato com situações que sempre estiveram aí, mas das quais nunca nos demos conta.

Para começar, lembramos que tudo acontece de modo simultâneo. Portanto se uma estrela, (ou uma consciência), deixou de existir numa determinada época, para nossos sentidos físicos daqui isso não se mostra como uma verdade absoluta, pois ela teoricamente pode ser vista viva em outro universo distante deste nosso daqui. De outro modo, se a estamos vendo como uma estrela aqui independentemente dela já ter se apagado em outra distancia, para nós ela é viva e ilumina.
E se formos tanto para o além, como para muito atrás no tempo, podemos pensar que a morte desta estrela (ou de uma consciência encarnada) pode ter sido apenas a representação de uma mudança de um foco e objetivo existencial desta estrela/consciência para uma outra realidade.

Complicando ainda mais, podemos pensar que uma estrela pode também ser a emanação de uma criação de energia/matéria/luz vinda de algum lugar desconhecido do universo. Podemos começar por assumir a nossa imortalidade à medida que esta teoria começar a ter um sentido maior em nós.
Saindo do conceito sobre como a morte nos é imposta neste orbe, passamos a observar que crenças sobre a finitude são totalmente infundadas. Ao ampliarmos nossas consciências, inúmeras possibilidades se descortinam.
Sistemas de crenças e falta de conhecimento muitas vezes acabam por limitar nossas capacidades criadoras e, portanto, nossas vidas.

Somos consciências holográficas. O que nos aconteceria então se a humanidade como um todo passasse a se ver e a se conceber de modo totalmente diferente? Já pensaram que este planeta pode neste momento estar sendo observado em algum lugar do universo como uma luz de algo que também já existiu? E nós? Em que tempo/espaço estaríamos "agora" existindo?

É hora de abrirmos sem medo as nossas mentes para o "agora absoluto". Está tudo aqui, passado, presente e futuro, assim como todas as nossas extensões e tudo o que se diz sobre vidas passadas e mesmo sobre vidas futuras, tudo coexiste no mesmo espaço/tempo.
Criamos pela mente/consciência e se você se abrir para ver, conceber e sentir, estará neste lugar realidade. 

site: http://www.stum.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=7680 Data: 18/12/2011 às 20:34

Você pode ser imortal


 
 Cientistas estão criando um arsenal de drogas que poderão retardar, por completo, o envelhecimento. Achou meio difícil? e se eu disser que, na verdade, ele poderá ser imortal? Não, eu não estou louco, pelo menos é o que diz Aubrey de Grey, geneticista da Universidade de Cambridge.
Uma espécie de água-viva chamada Turritopsis dohrnii é exemplo que a imortalidade já existe na natureza. A vida dessa espécie de só acaba se ela for ferida gravemente. Do contrário, a Turritopsis vai vivendo, sem prazo de validade. Suas células se mantêm em um ciclo de renovação indefinidamente, como se voltassem à infância. Podem aprender qualquer função de que o corpo precise. É uma verdadeira (e útil) mágica evolutiva. Parecida com a do Sebates aleutianus, um peixe do Pacífico conhecido como rockfish, e de duas espécies de tartaruga, a Emydoidea blandingii e a Chrysemys picta (ambas da América do Norte). Esse segundo grupo tem o que a ciência chama de “envelhecimento desprezível”. Suas células ficam sempre jovens, por motivos que a ciência ainda quer descobrir.
Cientistas do mundo todo acreditam que nós também podemos ser imortais. E já têm propostas para isso, divididas em duas linhas: remédios – feitos para aprimorar nossa defesa contra a morte – e inovações tecnológicas que nos tornarão quase robôs. Sabe aquela expressão “de certo na vida, só a morte”? Parece que ela vai perder o sentido em breve. “Em 50 anos não vai mais existir definição para expectativa de vida. Teremos um controle tão completo do envelhecimento que as pessoas viverão indefinidamente”, diz Aubrey de Grey. Não é uma tarefa fácil. Essa pesquisa está diretamente relacionada ao estudo do envelhecimento, que a ciência ainda não conseguiu destrinchar completamente. Pelo que se sabe, o corpo funciona como um carro. Depois de muito rodados, ambos acumulam defeitos. A diferença é que, quando quebra, nosso corpo dá um jeito de se consertar. Se você sofre um corte, o sangue estanca em minutos, não é? O problema é que essa manutenção segue bem enquanto somos jovens, mas vai perdendo a eficácia. Com o tempo, células param de se reproduzir, o corpo vai sofrendo ataques do ambiente… e a nossa máquina não dá conta de reparar tudo. Ficamos velhos, fracos, vulneráveis.
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Para que possamos viver para sempre, esse sistema de reparos não pode parar. E já apareceu proposta de todo tipo pra isso. Se antes essas ideias eram tidas como fringe science – algo como “ciência marginal”, que tem mais de especulação do que de fato , agora elas começam a ser vistas com seriedade. Tanto que acabaram de levar um Nobel.
O segredo pode estar no câncer
Em outubro de 2009. Três pesquisadores americanos ganharam o Prêmio Nobel de Medicina e US$ 466 mil, cada um, por terem começado a decifrar por que nossas células envelhecem. A chave está numa palavra: telômeros.“O processo de envelhecimento é complexo e depende de vários fatores. Os telômeros são um deles”, declarou a Fundação Nobel, ao anunciar o prêmio.
Telômeros são os fragmentos da ponta dos nossos cromossomos, como tampinhas que os protegem. Quando uma célula se divide, essa tampinha tende a ficar menor – e a célula, a se deteriorar. O processo, repetido a cada divisão celular, faz com que ela envelheça. Ou melhor: que você envelheça. Mas em células cancerosas isso não acontece: elas se dividem sem sofrer danos. Por quê? Graças a uma enzima que estimula a construção do telômero, a telomerase.
Segundo os vencedores do Nobel, a telomerase trabalha mais nas células cancerosas do que em outras, e as protege. Basicamente, é essa enzima que torna o câncer tão poderoso e esse efeito fez os cientistas pensarem que a telomerase poderia prolongar nossa vida deixando células saudáveis tão resistentes quanto as cancerígenas. A pesquisadora Maria Blasco, do Centro Nacional de Pesquisas Oncológicas da Espanha, testou a hipótese com ratinhos. No seu estudo, ratos com mais telomerase nas células viveram até 50% mais do que os outros. Mas apresentaram mais tumores – acabavam morrendo de câncer.
Em 2008, a equipe de Blasco conseguiu controlar a difusão das células cancerígenas, o que abriu espaço para a possibilidade de estudos com humanos.“Se pensarmos num aumento semelhante de expectativa de vida para pessoas, isso significaria morrer entre os 115 e os 120 anos”, diz a pesquisadora. Isso já aumentaria nossa expectativa de vida, mas ainda tem mais: poderíamos renovar nossas células utilizando as células tronco que seriam injetadas periodicamente em nosso corpo, elas poderiam assumir o papel das células mortas e daquelas danificadas pelo processo natural de divisão celular. Como as células-tronco têm a capacidade de formar novos tecidos e órgãos, elas funcionariam como um remedinho, tomado de tempos em tempos no consultório do médico, para evitar e aniquilar doenças. “Faríamos um transplante periódico, e as células-tronco seriam iguais às originais de nosso corpo, só que novas em folha”, afirma De Grey. Resultado: teríamos órgãos jovens para sempre.
Quais seriam os efeitos na sociedade?
CORPO 
A imortalidade dará a você o corpo que quiser. Nada de plástica – é que conseguiremos repor tudo o que estiver gasto no corpo. É a perda de células que faz você ter careca e cabelos brancos, por exemplo. Se as repusermos no futuro com injeções de células-tronco, sua cabeleira manterá o viço. Vai dar até para reverter sinais da idade. Nanorrobôs na corrente sanguínea eliminarão toxinas e dejetos que estejam poluindo o corpo. “As pessoas que receberem essas terapias vão se parecer exatamente com os jovens adultos de hoje”, diz Aubrey de Grey.
TRABALHO
Aposentar-se por idade no Brasil significa descansar só nos últimos 10% da vida, em média. Se chegarmos aos 300 anos de idade, a labuta irá até os 270. Isso se o governo quiser pagar aposentadoria. Afinal, você continuará jovem e produtivo o suficiente para pegar no batente. Para não morrer de tédio – de tanto trabalhar na mesma coisa -, o jeito vai ser exercer profissões diferentes. “Será possível ter mais de uma carreira ou aprender vários idiomas. O homem terá uma sabedoria jamais vista”, diz Anders Sandberg, neurocientista da Universidade de Oxford.
FAMÍLIA
No mundo dos imortais, só se morrerá por acidentes muito graves e que não possam ser consertados a tempo. Por isso, sua família vai crescer: você vai conviver até com seu tataravô. As famílias vão ficar enormes, até porque as pessoas terão mais casamentos. Hoje os casais brasileiros vivem 11 anos juntos, em média. Um novo casamento acontece cerca de 3 anos depois da separação. Nesse ritmo, chegaríamos aos 500 anos com uns 32 casamentos nas costas.
site: http://lockgamer.wordpress.com dia: 18/12/2011 às 19:36

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O ser humano poderá ser imortal?


A vida consiste em três etapas fundamentais: nascimento, vivência (desenvolvimento e reprodução para a preservação da espécie) e morte. O humano é o único dos seres vivos que sempre questionou sua própria existência e, consequentemente, a morte.
Pode-se dizer que a imortalidade é um conceito ambíguo, uma vez que muitas pessoas consideram que se atinge a imortalidade ao ser perpetuado na História, por exemplo como responsável por grandes feitos políticos, sociais, artísticos, entre outros. Já em outro entendimento acerca do mesmo conceito, trata-se de vencer a morte literalmente, ou seja, existir fisicamente pela eternidade e não apenas em memória.
Sabemos que a morte sempre foi um tabu para a humanidade e diferentes culturas concebem este fenômeno da vida de maneiras bem características.
A mumificação era um ritual de passagem para a próxima vidaA questão fascina o homem desde o Egito Antigo. Os egípcios acreditavam que era necessário conservar o corpo do defunto para dar suporte à alma durante sua jornada rumo à vida eterna. Tanto é verdade que o corpo dos faraós era submetido a diversos rituais religiosos — que visavam a conceder sorte e proteção ao faraó — e procedimentos médicos para retardar o processo de decomposição do corpo.
Essas técnicas são, na atualidade, consideradas rudimentares, mas que contribuíram para a evolução da Medicina e da Anatomia, áreas em constante aprimoramento que dentro dos seus principais objetivos está a preservação da vida, pelo maior tempo possível.
Junto às ciências médicas e com a mesma finalidade de postergação da morte, estão as diversas áreas tecnológicas, como, por exemplo, a nanotecnologia e a robótica.
Humanos eletrônicos
O marca-passo é um aparelho eletrônico que possui o objetivo de regular os batimentos cardíacos através de impulsos elétricos. Sabemos que o dispositivo ajuda a salvar inúmeras vidas de pessoas com problemas cardíacos. Imagine se a mesma lógica do marca-passo, ou seja, utilizar estímulos elétricos para auxiliar no funcionamento de determinado órgão, fosse adaptada para outros órgãos?
No campo da robótica, o desenvolvimento de membros mecânicos — as chamadas próteses — para pessoas que tiveram algum membro amputado já não é mais uma novidade, assim como a utilização de robôs-cirurgiões com precisão milimétrica em microcirurgias. Entretanto, se pararmos para analisar, os robôs mais recentes não são criados exclusivamente para auxiliar nas atividades humanas, mas também são programados com a finalidade de imitar a própria vida humana.
Entre os dias 21 e 25 de outubro ocorreu, em Curitiba, a maior feira de tecnologia da América do Sul, a Robotec Fair 2009. A feira de robótica reuniu curiosos e amantes de tecnologia interessados em conhecer os projetos de diversas instituições de ensino e empresas. Sem dúvida alguma a atração eleita como a mais interessante pelos visitantes foi a Actroid, da Kokoro, empresa do grupo Sanrio.
A robô, réplica de uma mulher japonesa, é considerada a representação mais próxima do ser humano até hoje. Além das características físicas, a Actroid é capaz de reproduzir de maneira convincente movimentos e expressões típicas do homem enquanto responde ao público uma das 600 frases já programadas, mesmo que sejam um tanto limitados e não naturais.
O que se pretende com isso? Imortalizar a raça humana? Se sim, seria o robô um exemplar da raça humana? Se levarmos em consideração as pesquisas quanto à possibilidade de transformar toda a informação contida no nosso cérebro (sejam habilidades, lembranças, gostos ou sentimentos) em dados que possam ser lidos por máquinas, estas poderão até ser consideradas como os meios de as pessoas alcançarem a imortalidade. Isso se você acreditar que o ser humano é somente a sua racionalidade, o que pode ser contestado por diversas religiões, que consideram a alma como a verdadeira essência do homem.
Produção de órgãos sintéticos
Não é necessário discorrer sobre como a tecnologia evoluiu a favor da medicina ao longo das décadas e como isso contribuiu para a qualidade de vida das pessoas. Hoje em dia, vacinas e remédios são tratamentos extremamente comuns no combate de doenças, mas que levaram anos para serem descobertos. Agora imagine o quanto tempo demorou para aprimorarem-se as transfusões de sangue e transplantações de órgãos.
A primeira cirurgia de transplante foi registrada em 1954, na cidade de Boston, Estados Unidos, quando o médico Joseph E. Murray fez o implante de rim entre dois gêmeos idênticos. No Brasil, o primeiro transplante foi realizado em 1964, no Rio de Janeiro. Apesar dos dez anos de distância entre essas datas, o Brasil ocupa a segunda posição no ranking de países com maior número de transplantes por ano, ficando atrás da terra do Tio Sam.
O auxílio prestado pelo SUS (Sistema Único de Saúde) quanto aos custos da operação contribui para o aumento de transplantações. Isso porque o Sistema é responsável pelo financiamento de 86% das cirurgias do gênero, ou seja, doador e receptor não precisam pagar pelos custos médicos. O número deve aumentar com as novas regras do Sistema Nacional de Transplantes, que passará a financiar também os transplantes de pele.
Mesmo com os investimentos na área, são mais de 60 mil pessoas esperando na fila por um transplante. O risco de rejeição é alto porque o sistema imunológico é capaz de distinguir, através de proteínas, sangue e tecidos do organismo dos corpos estranhos que possam vir a causar malefícios. O sistema produz anticorpos para combater o novo órgão caso o identifique como nocivo.
Entretanto, uma tecnologia que pode ser considerada uma grande esperança para os transplantes e, consequentemente, para a obtenção da vida eterna é a produção de órgãos sintéticos dentro de laboratórios. Isso já é uma realidade considerando que é possível atualmente produzir, por exemplo, um pâncreas humano para a produção de insulina.
A partir do momento que essa tecnologia evoluir ao ponto de que seja possível reproduzir qualquer órgão do corpo humano dessa mesma maneira, estaria aí configurada uma grande esperança para os que desejam a imortalidade. A vantagem desse procedimento é que os órgãos produzidos são capazes de conter a mesma carga genética do destinatário e superarem problemas de rejeição e outras dificuldades que os receptores enfrentam na fila de espera por um doador.
Mas será que conseguiríamos reproduzir todo e qualquer órgão independentemente? A princípio, a clonagem humana seria uma alternativa válida para esse problema, já que indivíduos "produzidos" por inteiro são completamente viáveis e possuiriam todos os órgãos que o seu "original" viesse a precisar. Mas ao mesmo tempo, seria ético e correto produzir clones humanos somente para esses fins? É justo sacrificar uma vida para salvar outra? Ou o clone não é precisamente uma vida humana independente?
Esse tema inclusive é abordado no filme A Ilha (2005). O que aparenta ser uma sociedade utópica, com habitantes programados para não pensar por si próprios, revela-se uma indústria de clones de milionários do mundo real. E o passeio na paradisíaca ilha era, na verdade, uma viagem de ida para a mesa cirúrgica, onde médicos realizavam o transplante do órgão que o dono do clone estava precisando.
Sorvete humano
Outra tecnologia presente em filmes, desde ficção científica até comédia, e que a realidade está trabalhando para tornar possível é o congelamento humano. O objetivo é preservar o corpo para que algum dia seja revivido, mas não se pode confirmar nada porque as pesquisas sobre o assunto estão em fase de aprimoramento por ainda não ter sido efetiva, já que nenhuma cobaia sobreviveu após o termino do procedimento.
Explica-se o congelamento uma vez que baixas temperaturas desaceleram as moléculas e diminuem consideravelmente a atividade celular. Se um dia a técnica alcançar o estágio final e concretizar o sonho da imortalidade, ao ponto de que um indivíduo possa ter seu corpo preservado durante anos e sobreviva ao descongelamento, pacientes de doenças consideradas incuráveis atualmente, como a AIDS, poderiam “hibernar” por longos anos até que uma cura fosse descoberta.
Se você pensa que o congelamento é uma novidade, está enganado. Na década 70, quase três mil cidadãos estadunidenses pagaram US$ 50 mil (na época) para congelar seus corpos após a morte, com a esperança de que pudessem voltar à vida no futuro. No entanto, por mais que estivessem protegidos dos agentes decompositores, eles não esperavam que outro fator pudesse prejudicar a conservação do corpo: alguns dos sujeitos congelados começaram a se despedaçar como pedras de gelo.
Humanos artificiais e imortalidade são possíveis?
Para finalizar
Vimos que a busca da imortalidade impõe diversas dificuldades e possui inúmeras limitações no estágio de evolução tecnológica em que se encontra o homem nos dias atuais. Porém, ao mesmo tempo, podemos observar o surgimento de novas pesquisas que prometem revolucionar este campo.
Avançando para uma discussão delicada, é pertinente também nos questionarmos se a vida já não é eterna, visto que, segundo o entendimento dominante das mais variadas religiões espalhadas por todo o mundo, a vida física é apenas uma passagem.
Ainda que você, usuário, seja cético e não acredite nestas coisas, a eternidade humana traz questionamentos de cunho social, ético e moral. A questão vai muito além de apenas dizer respeito a uma mera possibilidade de que a vida possa ser eterna, mas também deve ser entendida em todos os aspectos que procuramos questionar ao longo do artigo e qual a real consequência que isso trará para a raça humana.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/2985-debate-o-ser-humano-podera-ser-imortal-.htm#ixzz1Wlmb34EC

Você pode ser imortal



Matéria da revista superinteressante
Nascer, reproduzir, morrer - eis o ciclo da vida. Mas isso é só por enquanto. A ciência está trabalhando para que ninguém mais morra de velho. E é possível que dê tempo de você entrar nessa
por João Vito Cinquepalmi

Morte morrida é coisa que a Turritopsis dohrnii não conhece. A vida dessa espécie de água-viva só acaba se ela for ferida gravemente. Do contrário, a Turritopsis vai vivendo, sem prazo de validade. Suas células se mantêm em um ciclo de renovação indefinidamente, como se voltassem à infância. Podem aprender qualquer função de que o corpo precise. É uma verdadeira (e útil) mágica evolutiva. Parecida com a do Sebates aleutianus, um peixe do Pacífico conhecido como rockfish, e de duas espécies de tartaruga, a Emydoidea blandingii e a Chrysemys picta (ambas da América do Norte). Esse segundo grupo tem o que a ciência chama de "envelhecimento desprezível". Suas células ficam sempre jovens, por motivos que a ciência ainda quer descobrir.

A imortalidade existe na natureza. Não tem nada de utopia. Pena que nós não desfrutemos dessa boquinha. Ao longo do tempo, nosso corpo se deteriora. Perdemos os melanócitos que dão cor aos cabelos, o colágeno da pele, a cartilagem dos ossos - ficamos grisalhos, enrugados, com dores nas juntas. Velhos. Numa sucessão de baixas, células e órgãos vão deixando de cumprir funções cruciais para o corpo. Até que tudo isso culmina numa pane geral. E nós morremos.

Para impedir que o corpo definhe desse jeito, o homem já tentou de tudo: de mumificação, no Egito antigo, a injeções feitas a partir de testículos de animais, na França do século 19. Só que agora estamos mais próximos do que nunca do sonho da imortalidade. Por causa dessas espécies highlanders, cientistas do mundo todo acreditam que nós também podemos ser imortais. E já têm propostas para isso, divididas em duas linhas: remédios - feitos para aprimorar nossa defesa contra a morte - e inovações tecnológicas que nos tornarão quase robôs. Sabe aquela expressão "de certo na vida, só amorte"? Parece que ela vai perder o sentido em breve. "Em 50 anos não vai mais existir definição paraexpectativa de vida. Teremos um controle tão completo do envelhecimento que as pessoas viverão indefinidamente", diz Aubrey de Grey, geneticista da Universidade de Cambridge.

Não é uma tarefa fácil. Essa pesquisa está diretamente relacionada ao estudo do envelhecimento, que aciência ainda não conseguiu destrinchar completamente. Pelo que se sabe, o corpo funciona como um carro. Depois de muito rodados, ambos acumulam defeitos. A diferença é que, quando quebra, nosso corpo dá um jeito de se consertar. Se você sofre um corte, o sangue estanca em minutos, não é? O problema é que essa manutenção segue bem enquanto somos jovens, mas vai perdendo a eficácia. Com o tempo, células param de se reproduzir, o corpo vai sofrendo ataques do ambiente... e a nossa máquina não dá conta de reparar tudo. Ficamos velhos, fracos, vulneráveis.

Para que possamos viver para sempre, esse sistema de reparos não pode parar. E já apareceu proposta de todo tipo pra isso. Se antes essas ideias eram tidas como fringe science - algo como "ciênciamarginal", que tem mais de especulação do que de fato -, agora elas começam a ser vistas com seriedade. Tanto que acabaram de levar um Nobel.


Uma pista: o câncer

Aconteceu recentemente, em outubro de 2009. Três pesquisadores americanos ganharam o Prêmio Nobel de Medicina e US$ 466 mil, cada um, por terem começado a decifrar por que nossas células envelhecem. A chave está numa palavra: telômeros."O processo de envelhecimento é complexo e depende de vários fatores. Os telômeros são um deles", declarou a Fundação Nobel, ao anunciar o prêmio.

Pra quem não se lembra das aulas de biologia, aqui vai a cola: telômeros são os fragmentos da ponta dos nossos cromossomos, como tampinhas que os protegem. Quando uma célula se divide, essa tampinha tende a ficar menor - e a célula, a se deteriorar. O processo, repetido a cada divisão celular, faz com que ela envelheça. Ou melhor: que você envelheça.

Mas em células cancerosas isso não acontece: elas se dividem sem sofrer danos. Por quê? Graças a uma enzima que estimula a construção do telômero, a telomerase. Segundo os vencedores do Nobel, a telomerase trabalha mais nas células cancerosas do que em outras, e as protege. Basicamente, é essa enzima que torna o câncer tão poderoso.

Apesar de premiada só agora pelo Nobel, a descoberta é dos anos 80. E fez os cientistas pensar que a telomerase poderia prolongar nossa vida deixando células saudáveis tão resistentes quanto as cancerígenas. A pesquisadora Maria Blasco, do Centro Nacional de Pesquisas Oncológicas da Espanha, testou a hipótese com ratinhos. No seu estudo, ratos com mais telomerase nas células viveram até 50% mais do que os outros. Mas apresentaram mais tumores - acabavam morrendo de câncer. Em 2008, a equipe de Blasco conseguiu controlar a difusão das células cancerígenas, o que abriu espaço para a possibilidade de estudos com humanos. "Se pensarmos num aumento semelhante de expectativa de vida para pessoas, isso significaria morrer entre os 115 e os 120 anos", diz a pesquisadora.

Ótimo. Mas calma lá: por que só até 120 anos, e não por toda a eternidade? É que, como o pessoal do Nobel disse, o envelhecimento é complexo. A telomerase ajudaria a aniquilar uma causa desse processo. Mas precisaríamos de armas diferentes para combater outras ameaças.

Lembra de como o corpo é parecido com um carro? Para que seu possante fique sempre em ordem, você o abastece regularmente com combustível, troca as peças, conserta as batidas... Não que ele vá ficar com cheirinho de novo, mas continuará rodando pra sempre se fizermos manutenção. No corpo, vale a mesma regra: cada iniciativa já proposta pela ciência para prolongar a vida só garante alguns quilômetros a mais se usada sozinha. Para chegar à imortalidade de fato, precisaremos é de um serviço completo, que ofereça todo tipo de reparo de que nosso corpo necessita.


Já para o conserto

Então a telomerase ajudará as células a não se deteriorar. Mas e se elas já tiverem sido maltratadas? 

Aí partimos para outras ideias. Começando pelo básico: renovar o combustível. O geneticista britânico Aubrey de Grey, da Universidade de Cambridge, propõe que façamos isso com células-tronco. Injetadas periodicamente em nosso corpo, elas poderiam assumir o papel das células mortas e daquelas danificadas pelo processo natural de divisão celular. Como as células-tronco têm a capacidade de formar novos tecidos e órgãos, elas funcionariam como um remedinho, tomado de tempos em tempos no consultório do médico, para evitar e aniquilar doenças. "Faríamos um transplante periódico, e as células-tronco seriam iguais às originais de nosso corpo, só que novas em folha", afirma De Grey. Resultado: teríamos órgãos jovens para sempre.

Não é algo tão distante da realidade. Células-tronco já são usadas na pesquisa de tratamento para doenças como diabetes e esclerose múltipla. O próprio Brasil tem bons resultados. No Centro de Terapia Celular, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, o pâncreas dos voluntários ao tratamento para diabetes voltou a fabricar insulina. E os pacientes deixaram de depender de injeções diárias.

Mas teríamos também de consertar os arranhões que levamos durante a vida. Como os causados pela comida. Não só fritura e carne vermelha, mas comida em geral. É que passar fome - acredite - faz todos nós viver mais.

Está provado desde os anos 30, quando a Universidade Cornell demonstrou que ratos submetidos a uma dieta 30% menor chegam a viver 40% mais. É um processo conhecido como restrição calórica, explicado por uma questão evolutiva. Sempre que o homem passou por momentos de escassez de alimentos na história, os mais adaptados às condições difíceis sobreviveram. A principal teoria é de que, quando passamos fome, nossas células entram num estado de alerta para otimizar os recursos que têm, como proteínas. "É como se o corpo tentasse se proteger do risco", diz Randy Strong, farmacólogo da Universidade do Texas. Mas, não, ninguém vai ter de viver a pão e água por 300 anos. O que a ciênciaquer fazer é simular essa esperteza que o corpo adquire quando a fome aperta.

Dentro de 5 anos, já vai dar pra comprar "fome em pílulas" nas farmácias. É o que promete o laboratório Sirtris Pharmaceutical, se tudo correr bem com os testes de um novo remédio que a empresa vem desenvolvendo, baseado no resveratrol. O resveratrol é uma substância encontrada em alguns tipos de uvas (como a pinot noir) que imita a situação de restrição calórica no nosso corpo, de acordo com estudos do médico australiano David Sinclair, pesquisador da Harvard Medical School e cofundador da Sirtris. Na uva, a substância existe em concentrações muito baixas. O trabalho dos pesquisadores é colocar a maior quantidade possível em pequenas pílulas, que serão vendidas com uma grife da indústria farmacêutica: o nome da britânica GlaxoSmithKline, que pagou US$ 720 milhões em 2008 para comprar o Sirtris e virar dona da pesquisa.

As pílulas são a primeira droga contra o envelhecimento testada em humanos. Idosos diabéticos estão recebendo o medicamento, e a expectativa é de que a doença seja curada. Se tudo der certo, as pílulas poderão nos dar cerca de 10 anos extras de vida. O mesmo bônus de vida que cientistas prometem com a rapamicina. Usada contra alguns tipos de câncer e para suprimir o sistema imunológico de quem passa por um transplante, a droga agora é vista como um novo simulador de "fome". Em ratos, conseguiu prolongar a vida em 30%. Promete ser um concorrente do resveratrol no futuro mercado de restrição calórica.

Mas comida é só um dos fatores que geram danos ao nosso corpo: até respirar faz mal. É que o oxigênio é um dos mais potentes radicais livres, como são chamadas as moléculas que circulam pelo nosso corpo com elétrons instáveis, prontos para roubar elétrons de outras moléculas. Quando os radicais livres conseguem fazer o roubo, as células atacadas ficam danificadas. Envelhecem. É como se tivessem sido tomadas por ferrugem. Até temos um antídoto contra isso: nós produzimos antioxidantes que nos defendem. O problema é que, com o tempo, essa produção cai e ficamos vulneráveis. Até porque sofremos um bombardeio de radicais livres, como o que vem dos alimentos e do ar.

Se conseguirmos fortalecer as ligações químicas e evitar a ação dos radicais livres, dá para evitar que as células envelheçam. É a tese do cientista russo Mikhail Shchepinov, fundador da Retrotope, companhia que pesquisa o assunto. O que ele sugere é que nos alimentemos com comida ou bebida "enriquecida", ou seja, com moléculas resistentes aos radicais livres que já estiverem no nosso corpo. Água, por exemplo, é um alvo fácil para os radicais - eles quebram a ligação entre os átomos de hidrogênio e o de oxigênio. A molécula de água absorvida pelas células acaba danificada. Por isso, Shchepinov toma, todos os dias, um golinho de uma água diferente - a fórmula dela não é H20, e sim D20. Ao contrário do hidrogênio (H), o deutério (D) tem uma ligação forte com o oxigênio - e mais resistente aos roubos. Segundo o pesquisador, cada gole combate o envelhecimento. Falta saber o quanto podemos tomar sem provocar efeitos tóxicos no corpo.

São só os primeiros passos rumo à imortalidade. Pra vencer a morte, muitos cientistas acreditam que nos transformaremos em máquinas mesmo. Do tipo que troca porcas e parafusos sempre que dá pau.


Você, versão tech

De uma forma, já vivemos essa realidade. Basta pensar no marca-passo. Mas o que se espera para o futuro é mais sofisticado: produção em massa de órgãos. A Escola de Medicina da Universidade de Wake Forest, nos EUA, está criando bexigas artificiais. Quer dizer, naturais, mas cultivadas fora do corpo. São feitas a partir de células da bexiga que será substituída. E ficam prontas em dois meses.

O autor dessa pesquisa é o médico peruano Anthony Atala. Em 2004, quando era pesquisador de Harvard (hoje é professor e diretor do Instituto de Medicina Regenerativa da Universidade de Wake Forest), Atala começou a "cultivar tecidos". Em um prato, fez as células se dividir até conseguir um tecido de proporções gigantescas. Aí criou um molde de uma bexiga. Nele, colocou células da própria bexiga na parte interior e células musculares na exterior, fazendo com que elas crescessem. Deu certo. Dois anos depois foi feito o primeiro transplante, em uma criança. A equipe dele passou a fazer tentativas com outros tecidos e já obteve sucesso com cartilagem e veias.

Para consertos menores, outra solução: um exército de robôs-médicos dentro de nosso corpo para arrumar qualquer defeito. Já existem experimentos na Rice University, nos EUA. Pesquisadores criaram estrututuras microscópicas, pequenas cápsulas, capazes de levar remédio pela corrente sanguínea até células cancerígenas. E sem afetar as sadias.

Esses nanorrobôs podem ter o tamanho de células humanas, ou ser ainda menores. Eles se espalhariam pela corrente sanguínea, limpando nossas artérias muito antes de elas chegarem perto de entupir. Vão também ser capazes de destruir vírus, bactérias, células cancerígenas antes que nosso corpo sofra qualquer dano. Funcionariam como novas pecinhas, responsáveis pela faxina no organismo. "Em duas décadas, os nanorrobôs vão fazer as mesmas funções que as nossas células ou tecidos, mas com uma precisão infinitamente maior", escreveu o futurologista americano Ray Kurzweil, no livro Transcend, lançado em 2009. (Kurzweil não é qualquer um: previu, nos anos 80, o que seria a internet hoje.)

Se isso parece futurista demais, veja o que está sendo preparado para o cérebro. O neurocientista Anders Sandberg, da Universidade de Oxford, quer fazer um download dos nossos pensamentos. O cérebro seria transformado em um software, com todas as habilidades da versão original."O programa faria a função de alguma área danificada ou poderia ampliar nossa capacidade de aprendizado e memória." Para isso, será preciso conhecer exatamente o funcionamento de nossa cabeça. E Sandberg pretende fatiar um cérebro em micropedaços para descobrir a função de cada um.

Com esse arsenal já em produção, estamos no caminho para a imortalidade do corpo e da mente. Será o fim de uma das maiores buscas do homem. E a primeira era de um novo mundo - no qual a mortedeixará de cumprir seu papel.

Aí, vencer a morte terá sido só a primeira etapa. A imortalidade trará mudanças profundas na forma pela qual nos relacionamos com a família, com o trabalho e até com nós mesmos. (Veja o quadro da página 49.) Hoje a longevidade da população já é um dos maiores problemas do planeta em termos de espaço, empregos e previdência - a população de centenários deve chegar a 2,2 milhões em 2050 (eram 145 mil em 1999). E isso se a imortalidade não chegar antes. Portanto, prepare-se para uma vida completamente diferente. Mas não se preocupe por enquanto ­ você terá séculos para se acostumar com ela.


Sexta-feira 02/09/2011 às 00:40



quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O rato ressuscitou! (Superinteressante)



Por Texto Circe Bonatelli
Depois de passar 16 anos no freezer, ele acaba de voltar à vida - e pode trazer junto espécies extintas há milênios

Diz a lenda que Walt Disney, o criador do rato Mickey, foi criogenado – congelado logo após a morte para ficar preservado até o dia em que, talvez, a ciência tenha condições de ressuscitálo. É apenas um mito; na verdade, Disney foi cremado. Mas, se ele estivesse na geladeira, poderia ter esperanças de um eventual reencontro com Mickey Mouse: pesquisadores japoneses conseguiram reviver um camundongo que passou os últimos 16 anos congelado. O truque foi juntar a criogenia, que existe há várias décadas e nunca foi levada muito a sério pela comunidade científica, com as mais recentes pesquisas sobreclonagem.
Os cientistas conseguiram extrair DNA do cérebro do rato, e usaram esse material para criar uma cópia idêntica do animal. A grande novidade é que, pela primeira vez, a clonagem foi realizada com células congeladas – até então, acreditava-se que o frio estragasse o DNA. Os pesquisadores acreditam que a nova técnica possa ser usada para ressuscitar bichos desaparecidos há milhares de anos, como os mamutes – em 2007, na Sibéria, cientistas russos descobriram um filhote dessa espécie que estava congelado havia 40 mil anos. “É possível usar recursos da clonagem para reviver animais e também fazer um banco genético com tecido congelado de espécies ameaçadas de extinção”, afirma o biólogo Teruhiko Wakayama.
Geneticamente, o ratinho clonado é idêntico ao camundongo que passou 16 anos congelado. Mas não tem a mesma personalidade, nem as mesmas memórias, do outro rato. Mas, ainda que não se trate de uma ressurreição 100%, a descoberta animou as empresas e os cientistas que já praticam a criogenia – no mundo, há 176 pessoas congeladas em tanques de nitrogênio líquido. “Isso vai estimular as pesquisas, e o que for descoberto sobre a preservação de células e tecidos poderá nos ajudar”, afirma o canadense Ben Best, presidente do Cryonics Institute, grupo que mantém 90 pessoas em estado criogênico (o serviço custa US$ 100 mil).
O que vocês acham?

Quinta, 04/08/2011

De volta para a vida, Discovery channel! Ep. 1

Quando um morto está realmente morto? Estas três pessoas morreram e voltaram à vida: Ward, que morreu durante duas horas sob um lago gelado; Sade, uma grávida que ficou clinicamente morta por 15 minutos; e Kathy, uma vítima de ataque cardíaco..

manic: Uma série muito legal sobre Experiência de quase morte (EQM), pessoas que morreram por alguns minutos e voltaram a vida.