domingo, 18 de dezembro de 2011

Somos todos imortais

Com os avanços e novos conhecimentos da física é muito provável que você já tenha lido ou ouvido falar a respeito do tempo de vida das estrelas. Para que se tenha idéia do infinito que rege o espaço-tempo e da interdimensionalidade entre os fatos, saiba que:
- A luz viaja a uma velocidade de 300.000 Km/seg.
- A luz de algumas estrelas já extintas torna-se visível para nós somente neste momento. Aqui fala-se de distâncias incalculáveis e de um algo/luz que nos afeta em nosso agora, mesmo não existindo mais, pelo menos no aspecto físico.
Estes exemplos nos oferecem uma pequena idéia de quanto o tempo e o espaço se misturam na interdimensionalidade. Podemos ver, sentir e termos percepções sobre coisas que fisicamente não mais existem.

Muitas das luzes que as estrelas emanam para o planeta Terra podem ser adventos físicos de algo que já não mais existe em seu lugar de origem, porém a sua irradiação/vida continua chegando até nós. Neste sentido, podemos pensar que se a luz de uma estrela que já "faleceu" encontra-se presente neste tempo e neste espaço que habitamos, eis que para nós desta atualidade terrena a estrela luz que observamos está viva. E este fenômeno ocorre mesmo que em outro tempo/dimensão ela já não exista mais.
Partindo deste pressuposto poderemos pensar que um tempo/"coisa" (no caso a estrela) que teórica e matematicamente não mais existe em determinado lugar, tem as dimensões de sua existência/vida estendidas vividamente pelo universo.

Voltando para a situação "tempo e espaço", pensando novamente na vida das estrelas e relacionando-a com alguns aspectos sobre as novas teorias da física, poderemos repensar também sobre como temos concebido a questão das nossas mortes.
Se abrirmos as nossas mentes para um novo modo de pensar as nossas existências, com certeza estaremos nos expandindo para entrar em contato com situações que sempre estiveram aí, mas das quais nunca nos demos conta.

Para começar, lembramos que tudo acontece de modo simultâneo. Portanto se uma estrela, (ou uma consciência), deixou de existir numa determinada época, para nossos sentidos físicos daqui isso não se mostra como uma verdade absoluta, pois ela teoricamente pode ser vista viva em outro universo distante deste nosso daqui. De outro modo, se a estamos vendo como uma estrela aqui independentemente dela já ter se apagado em outra distancia, para nós ela é viva e ilumina.
E se formos tanto para o além, como para muito atrás no tempo, podemos pensar que a morte desta estrela (ou de uma consciência encarnada) pode ter sido apenas a representação de uma mudança de um foco e objetivo existencial desta estrela/consciência para uma outra realidade.

Complicando ainda mais, podemos pensar que uma estrela pode também ser a emanação de uma criação de energia/matéria/luz vinda de algum lugar desconhecido do universo. Podemos começar por assumir a nossa imortalidade à medida que esta teoria começar a ter um sentido maior em nós.
Saindo do conceito sobre como a morte nos é imposta neste orbe, passamos a observar que crenças sobre a finitude são totalmente infundadas. Ao ampliarmos nossas consciências, inúmeras possibilidades se descortinam.
Sistemas de crenças e falta de conhecimento muitas vezes acabam por limitar nossas capacidades criadoras e, portanto, nossas vidas.

Somos consciências holográficas. O que nos aconteceria então se a humanidade como um todo passasse a se ver e a se conceber de modo totalmente diferente? Já pensaram que este planeta pode neste momento estar sendo observado em algum lugar do universo como uma luz de algo que também já existiu? E nós? Em que tempo/espaço estaríamos "agora" existindo?

É hora de abrirmos sem medo as nossas mentes para o "agora absoluto". Está tudo aqui, passado, presente e futuro, assim como todas as nossas extensões e tudo o que se diz sobre vidas passadas e mesmo sobre vidas futuras, tudo coexiste no mesmo espaço/tempo.
Criamos pela mente/consciência e se você se abrir para ver, conceber e sentir, estará neste lugar realidade. 

site: http://www.stum.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=7680 Data: 18/12/2011 às 20:34

Você pode ser imortal


 
 Cientistas estão criando um arsenal de drogas que poderão retardar, por completo, o envelhecimento. Achou meio difícil? e se eu disser que, na verdade, ele poderá ser imortal? Não, eu não estou louco, pelo menos é o que diz Aubrey de Grey, geneticista da Universidade de Cambridge.
Uma espécie de água-viva chamada Turritopsis dohrnii é exemplo que a imortalidade já existe na natureza. A vida dessa espécie de só acaba se ela for ferida gravemente. Do contrário, a Turritopsis vai vivendo, sem prazo de validade. Suas células se mantêm em um ciclo de renovação indefinidamente, como se voltassem à infância. Podem aprender qualquer função de que o corpo precise. É uma verdadeira (e útil) mágica evolutiva. Parecida com a do Sebates aleutianus, um peixe do Pacífico conhecido como rockfish, e de duas espécies de tartaruga, a Emydoidea blandingii e a Chrysemys picta (ambas da América do Norte). Esse segundo grupo tem o que a ciência chama de “envelhecimento desprezível”. Suas células ficam sempre jovens, por motivos que a ciência ainda quer descobrir.
Cientistas do mundo todo acreditam que nós também podemos ser imortais. E já têm propostas para isso, divididas em duas linhas: remédios – feitos para aprimorar nossa defesa contra a morte – e inovações tecnológicas que nos tornarão quase robôs. Sabe aquela expressão “de certo na vida, só a morte”? Parece que ela vai perder o sentido em breve. “Em 50 anos não vai mais existir definição para expectativa de vida. Teremos um controle tão completo do envelhecimento que as pessoas viverão indefinidamente”, diz Aubrey de Grey. Não é uma tarefa fácil. Essa pesquisa está diretamente relacionada ao estudo do envelhecimento, que a ciência ainda não conseguiu destrinchar completamente. Pelo que se sabe, o corpo funciona como um carro. Depois de muito rodados, ambos acumulam defeitos. A diferença é que, quando quebra, nosso corpo dá um jeito de se consertar. Se você sofre um corte, o sangue estanca em minutos, não é? O problema é que essa manutenção segue bem enquanto somos jovens, mas vai perdendo a eficácia. Com o tempo, células param de se reproduzir, o corpo vai sofrendo ataques do ambiente… e a nossa máquina não dá conta de reparar tudo. Ficamos velhos, fracos, vulneráveis.
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Para que possamos viver para sempre, esse sistema de reparos não pode parar. E já apareceu proposta de todo tipo pra isso. Se antes essas ideias eram tidas como fringe science – algo como “ciência marginal”, que tem mais de especulação do que de fato , agora elas começam a ser vistas com seriedade. Tanto que acabaram de levar um Nobel.
O segredo pode estar no câncer
Em outubro de 2009. Três pesquisadores americanos ganharam o Prêmio Nobel de Medicina e US$ 466 mil, cada um, por terem começado a decifrar por que nossas células envelhecem. A chave está numa palavra: telômeros.“O processo de envelhecimento é complexo e depende de vários fatores. Os telômeros são um deles”, declarou a Fundação Nobel, ao anunciar o prêmio.
Telômeros são os fragmentos da ponta dos nossos cromossomos, como tampinhas que os protegem. Quando uma célula se divide, essa tampinha tende a ficar menor – e a célula, a se deteriorar. O processo, repetido a cada divisão celular, faz com que ela envelheça. Ou melhor: que você envelheça. Mas em células cancerosas isso não acontece: elas se dividem sem sofrer danos. Por quê? Graças a uma enzima que estimula a construção do telômero, a telomerase.
Segundo os vencedores do Nobel, a telomerase trabalha mais nas células cancerosas do que em outras, e as protege. Basicamente, é essa enzima que torna o câncer tão poderoso e esse efeito fez os cientistas pensarem que a telomerase poderia prolongar nossa vida deixando células saudáveis tão resistentes quanto as cancerígenas. A pesquisadora Maria Blasco, do Centro Nacional de Pesquisas Oncológicas da Espanha, testou a hipótese com ratinhos. No seu estudo, ratos com mais telomerase nas células viveram até 50% mais do que os outros. Mas apresentaram mais tumores – acabavam morrendo de câncer.
Em 2008, a equipe de Blasco conseguiu controlar a difusão das células cancerígenas, o que abriu espaço para a possibilidade de estudos com humanos.“Se pensarmos num aumento semelhante de expectativa de vida para pessoas, isso significaria morrer entre os 115 e os 120 anos”, diz a pesquisadora. Isso já aumentaria nossa expectativa de vida, mas ainda tem mais: poderíamos renovar nossas células utilizando as células tronco que seriam injetadas periodicamente em nosso corpo, elas poderiam assumir o papel das células mortas e daquelas danificadas pelo processo natural de divisão celular. Como as células-tronco têm a capacidade de formar novos tecidos e órgãos, elas funcionariam como um remedinho, tomado de tempos em tempos no consultório do médico, para evitar e aniquilar doenças. “Faríamos um transplante periódico, e as células-tronco seriam iguais às originais de nosso corpo, só que novas em folha”, afirma De Grey. Resultado: teríamos órgãos jovens para sempre.
Quais seriam os efeitos na sociedade?
CORPO 
A imortalidade dará a você o corpo que quiser. Nada de plástica – é que conseguiremos repor tudo o que estiver gasto no corpo. É a perda de células que faz você ter careca e cabelos brancos, por exemplo. Se as repusermos no futuro com injeções de células-tronco, sua cabeleira manterá o viço. Vai dar até para reverter sinais da idade. Nanorrobôs na corrente sanguínea eliminarão toxinas e dejetos que estejam poluindo o corpo. “As pessoas que receberem essas terapias vão se parecer exatamente com os jovens adultos de hoje”, diz Aubrey de Grey.
TRABALHO
Aposentar-se por idade no Brasil significa descansar só nos últimos 10% da vida, em média. Se chegarmos aos 300 anos de idade, a labuta irá até os 270. Isso se o governo quiser pagar aposentadoria. Afinal, você continuará jovem e produtivo o suficiente para pegar no batente. Para não morrer de tédio – de tanto trabalhar na mesma coisa -, o jeito vai ser exercer profissões diferentes. “Será possível ter mais de uma carreira ou aprender vários idiomas. O homem terá uma sabedoria jamais vista”, diz Anders Sandberg, neurocientista da Universidade de Oxford.
FAMÍLIA
No mundo dos imortais, só se morrerá por acidentes muito graves e que não possam ser consertados a tempo. Por isso, sua família vai crescer: você vai conviver até com seu tataravô. As famílias vão ficar enormes, até porque as pessoas terão mais casamentos. Hoje os casais brasileiros vivem 11 anos juntos, em média. Um novo casamento acontece cerca de 3 anos depois da separação. Nesse ritmo, chegaríamos aos 500 anos com uns 32 casamentos nas costas.
site: http://lockgamer.wordpress.com dia: 18/12/2011 às 19:36